• A Prado Papelaria agora é correspondente Bradesco!

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Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga | 05/jun/2017

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A Flamboyant Hamburgueria abriu suas portas no último sábado (03/06), e já agradou em cheio aos seus clientes com as opções de lanches tradicionais e suas EXCLUSIVIDADES.

A BAGUETE MISTA (com preço promocional de inauguração), a BARCA RECHEADA (com dois sanduíches, poções de calabresa, bacon e fritas) e a barca de FILÉ COM FRITAS fizeram sucesso!!!

Funcionando de terça a domingo, a Flamboyant Hamburgueria está localizada na Avenida Porto Seguro, em frente ao Parque Poliesportivo da Lagoa. Além de um ambiente confortável, com vista para o lago, o cliente ainda dispõe de bom atendimento, higiene, qualidade e bom preço. Passe por lá e confira!!!

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Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga, Politica | 04/jun/2017

São João de Itapetinga, 2014!!!

É triste ver como as políticas de GOVERNO se sobrepõem às políticas de estado, por parte de alguns gestores. Pode parecer piegas essa minha colocação, mas vamos lá…

José Otávio Curvelo, em sua gestão, criou o “ARRAIÁ DA PECUÁRIA”, numa alusão à nossa principal economia. Ou seja, o São João de Itapetinga, custeado pelo dinheiro público, tinha a marca do então gestor José Otávio Curvelo. Quando se fala de “Arraiá da Pecuária”, se faz menção à gestão dele.

Michel Hagge, quando assumiu seu terceiro mandato, entendeu que o nome da nossa festa junina não deveria ser mais “ARRAIÁ DA PECUÁRIA”, pois essa era uma marca de José Otávio Curvelo. Michel teria que criar a marca do seu governo. Assim, criou o “ARRAIÁ DO CATOLÉ”, numa alusão ao seu mirabolante projeto de tratamento do Rio Catolé, que não saiu do papel e gerou uma dívida contínua para o Município. Ou seja, o São João de Itapetinga, custeado pelo dinheiro público, tinha agora na gestão de Michel Hagge, a marca do velho “vaqueiro” gabiraba, que governava o Município.

José Carlos Moura assumiu seu primeiro mandato em janeiro de 2009, e quando fui convidado – na condição de diretor de cultura – para a primeira reunião em seu gabinete para se falar do são joão, todos os secretários presentes perguntavam qual seria o nome do São João daquele ano e alguns sugeriram “Arraiá do Vermelhão” (o vermelho tava na moda), Arraiá da Mudança” e outros nomes mais. Ou seja, queriam criar a marca de governo de José Carlos Moura. Quando o prefeito me perguntou qual a minha sugestão, eu disse categoricamente: “Oxe, tem que ser SÃO JOÃO DE ITAPETINGA!!!“. Por que? ele me perguntou. E eu respondi: “temos que criar uma marca de estado e não de governo. O São João de Itapetinga pra ser forte e reconhecido tem que levar o nome da nossa cidade. Quem, lá em Salvador, vai ver um outdoor  com “ARRAIÁ DO CATOLÉ” e vai saber onde é isso?” Ainda lembrei que o FEST SOL de Itororó já estava em sua 23ª edição, passando por vários governos, mas que a marca não mudava. Disse mais, que o próximo prefeito teria a “obrigação” de manter o nome SÃO JOÃO DE ITAPETINGA, pois esse não fazia referência a nenhum partido ou prefeito. José Carlos Moura acatou a minha sugestão, apesar de a maioria dos secretários serem contra.

Pois bem, hoje vejo com tristeza que a VELHA POLÍTICA está de volta. O São João de Itapetinga já não tem mais esse nome, ou marca e passa a ser “ARRAIÁ DO VAQUEIRO”, numa nítida alusão e homenagem a um ente privado e pessoal, utilizando-se do dinheiro público. Sem contar que essa coisa de “arraiá”, diminui o contexto da grandeza a que chegou o São João de Itapetinga na última gestão. A menos que “arraiá” fizesse referência ao autêntico são joão, com bandas de forró pé de serra e todas as tradições juninas, o que não é o caso, pois  já tem gente chamando a festa de Itapetinga de ARROCHA JOÃO 2017″.

Falta de bom senso e excesso de vaidade de quem está à frente da coisa pública.

Por Maurício Gohmes


Postado por Maurício Gohmes em Sem categoria | 03/jun/2017

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Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Politica | 03/jun/2017

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Procuradores apresentaram alegações finais e querem que ele e outros seis réus sejam condenados pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro.

O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao juiz Sérgio Moro, nesta sexta-feira (3), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros seis réus sejam condenados pelos crimes de corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro e que cumpram as respectivas penas em regime fechado.

O pedido consta nas alegações finais do processo que apura um suposto pagamento de propina por parte da OAS, por meio da entrega de um apartamento triplex no Guarujá, litoral paulista.

 MP apresenta alegações finais do caso do triplex do Guarujá

O MPF diz que o apartamento seria entregue a Lula, como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras, nos anos em que o político foi presidente da República. Também faz parte da denúncia o pagamento que a OAS fez à transportadora Granero, para que a empresa fizesse a guarda de parte do acervo que o ex-presidente recebeu ao deixar o cargo.

Entre os réus, também estão o ex-presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, e outros executivos da construtora, que foram acusados de lavagem de dinheiro e corrupção ativa. A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva também era ré, mas teve nome excluído da ação penal após a morte dela, em fevereiro deste ano.

Embora tenha pedido que todos sejam presos, o MPF diz que Léo Pinheiro, Agenor Franklin Medeiros e Paulo Gordilho, devem ter as penas reduzidas pela metade, “considerando que em seus interrogatórios não apenas confessaram ter praticado os graves fatos criminosos objeto da acusação, como também espontaneamente optaram por prestar esclarecimentos relevantes acerca da responsabilidade de coautores e partícipes nos crimes, tendo em vista, ainda, que forneceram provas documentais acerca dos crimes que não estavam na posse e não eram de conhecimento das autoridades públicas”.Os procuradores ainda ressaltaram que nenhum deles fez acordo de delação premiada, embora tenham reconhecido durante os respectivos depoimentos, que todos estavam em tratativas para fechar as colaborações.

No pedido, o MPF também quer que Moro determine a apreensão de R$ 87.624.971,26. O valor é correspondente ao montante de propinas que foram pagas nos contratos que a OAS firmou junto à Petrobras a agentes públicos.

Desse montante, Lula teria recebido um total de pouco mais de R$ 3 milhões, somando o valor do apartamento e do contrato entre a OAS e a Granero. Apesar disso, os procuradores pediram que o ex-presidente seja condenado a pagar outros R$ 87 milhões em multas.

As defesas têm até 20 de junho para contestar os argumentos do MPF, dentro do processo. Esta é a última fase da ação penal. Após todas as partes apresentarem as alegações finais, o processo volta ao juiz Sérgio Moro, que vai definir se condena ou absolve os réus.

O G1 tenta contato com as defesas dos réus.

Outros processos em Curitiba

Esse processo do triplex foi o primeiro apresentado pela força-tarefa do MPF responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba. Além dessa ação penal, os procuradores apresentaram outras duas denúncias à Justiça.

Lula foi denunciado pelo MPF por ter recebido propina também da Odebrecht, referente a contratos da empreiteira com a Petrobras. Nesse processo, em que testemunhas já estão sendo ouvidas, o ex-presidente é acusado de ter recebido um terreno em São Paulo, que seria usado para construir uma nova sede para o instituto social que leva o nome do político e também o apartamento vizinho ao que ele mora, em São Bernardo do Campo.

A defesa tem negado irregularidades nos dois casos, pois o Instituto Lula jamais transferiu a sede para o terreno apontado pelo MPF no processo. Em relação ao apartamento, o imóvel é usado pelos seguranças de Lula, mas o ex-presidente diz que pagou aluguel durante todo o tempo que ocupou o local.

Na terceira denúncia, que ainda não foi aceita pelo juiz Sérgio Moro, o MPF volta a acusar Lula de receber propina das construtoras OAS e Odebrecht. Segundo a denúncia, a primeira empreiteira pagou a instalação de uma cozinha em sítio, em Atibaia, no interior de São Paulo. Já a Odebrecht teria realizado reformas no imóvel, a pedido de Lula.

O sítio pertence, no cartório, aos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna. No entanto, durante a deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato, em que Lula foi um dos alvos, os investigadores encontraram diversos bens pessoais do ex-presidente no local. O MPF acredita que ele era o dono real do imóvel, o que a defesa também nega.

‘Fim da palhaçada’

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (1º), ao discursar na abertura do 6º Congresso Nacional do PT, em Brasília, que já provou a inocência e pediu o fim da “palhaçada” das acusações contra ele.

“Eu não quero que vocês se preocupem com meu problema pessoal. Esse, eu quero decidir com o representante do Ministério Público, da Lava Jato. Quero decidir com eles. Eu já provei minha inocência. Agora vou exigir que eles provem minha culpa, porque cada mentira contada será desmontada”, disse o ex-presidente.

“Eu e Dilma temos até conta no exterior. Eu nem sabia que ela tinha e ela não sabe que eu tenho. Um canalha diz que fez uma conta para mim e uma para a Dilma, mas que está no nome dele. E ele mexe com a grana. Então, é o seguinte: chegou o momento de parar com a palhaçada neste país. Este país não comporta mais viver nessa situação de achincalhamento, e o Partido dos Trabalhadores tem de dar uma resposta clara para a sociedade”, acrescentou Lula.

 


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Cultura, Itapetinga | 03/jun/2017

Leo da Estakazero nega críticas, mas diz que sertanejo é ritmo que mais 'agrediu' o São João

Depois de questionar a participação de atrações como Luan Santana e Léo Santana no São João da Bahia, o cantor Leo Macedo da banda Estakazero esteve no Bahia Notícias para falar de sua opinião sobre o cenário atual das festas juninas e defender seu estilo musical. O forrozeiro explicou que não faz crítica pessoal aos artistas, nem desvaloriza o potencial dos colegas de profissão. No entanto, ele não concorda com a presença de cantores de outro ritmo na época do forró. “O Rock in Rio é o lugar do Rock… O São João é obvio também que é o momento do Forró. Sertanejo não é Forró. O fato de fazerem um show pra frente, mais dançante, não o caracteriza como tal. Foi o ritmo que mais agrediu o São João. Eles têm uma mídia muito grande e invadiram a festa. Mas são fora de contexto, não fazem alusão nenhuma à cultura nordestina”, pontuou o vocalista. Há 16 anos no comando do conjunto, o cantor disse ser bem flexível com as variações do seu ritmo. “Já existe uma polêmica entre os forrozeiros que Aviões do Forró, Magníficos, Calcinha Preta não é forró. Eu não penso assim. Eu sou muito mais mente aberta. Nosso protesto hoje é o forró como um todo”, explicou, ao destacar que é preciso manter a tradição de forrozeiros nas Praças de São João. “O que tem menos se visto na festa junina é o forró. São muitas festas. Várias situações levaram a essa degradação do forró dentro do evento junino, quando na verdade seria um momento de investir. A música sertaneja está na crista da onda… Invadiu até o Carnaval da Bahia. Tem cidades que Anitta é a atração do São João! Sou fã dela, não estou falando mal, mas não tem nada a ver estar numa praça de São João”, avaliou o forrozeiro, que apesar da crítica, disse compreender a presença dessas atrações quando se trata de eventos de camisa ou festa fechada.

Quando questionado se essa opção não é um reflexo do desejo do próprio público, ele alerta. “Não acho que é um anseio das pessoas. Tem gente que vai atrás de balada, ‘azaração’, a galera da curtição. Mas existe o público que quer curtir o São João. Tenho amigos que vão pra Mucugê onde tem o forró autêntico. A festa não precisa de celebridade. Não é legal. As pessoas antigamente saíam pra curtir as bandas na praça, o frio do interior, o cheiro de pólvora, de fogueira, a camisa quadriculada, a bota. Eu vivi muito isso”, relembrou o cantor, questionando o futuro da festa junina. “Isso tem que ser dialogado com autoridades, secretários de cultura, prefeitos”, ressaltou. Embora faça críticas a artistas como Luan Santana nos festejos juninos, Leo disse admirar o cantor e até tem uma música do sertanejo no repertório. “Tocamos a música ‘Estaca zero’, que é uma parceria com a Ivete. Até falo que foi uma homenagem dele pra gente”, brincou. Por fim, ressalta que, apesar das críticas, há o lado positivo.  


Postado por Maurício Gohmes em Sem categoria | 02/jun/2017

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Postado por Maurício Gohmes em Brasil, Politica | 02/jun/2017

Esta é a décima denúncia da força-tarefa da Lava Jato contra o ex-governador do Rio. Entenda todas as denúncias contra Sérgio Cabral.

Entenda as denúncias contra o ex-governador Sérgio Cabral na Lava Jato

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou nesta sexta-feira (2) mais uma denúncia contra Sérgio Cabral. O ex-governador, acusado de chefiar uma organização criminosa que fraudava contratos públicos, agora acumula 10 denúncias pela força-tarefa da Lava Jato (entenda todas no vídeo acima): nove no Rio e uma no Paraná.

Também foram denunciados:

  • Susana Neves, ex-mulher de Cabral;
  • Maurício Cabral, irmão do ex-governador;
  • Carlos Miranda, operador;
  • Flávio Werneck, dono da FW Engenharia;
  • Alberto Conde, contador da FW.
 Ministério Público Federal faz mais uma denúncia contra Sérgio Cabral

Todas as nove denúncias contra Cabral foram aceitas; ou seja, ele já é réu em nove processos. A décima será analisada pelo juiz Marcelo Bretas, que já aceitou outras oito – a de Curitiba foi aceita por Sérgio Moro.

R$ 1,7 milhão em propina

A denúncia desta sexta cita o pagamento de R$ 1,7 milhão em propina. O dinheiro teria sido lavado através de empresas de fachada. O MPF pede condenação de Cabral e mais dois por 36 atos de lavagem de dinheiro.

No início do mês passado, dois endereços ligados a Susana Neves foram alvo de busca e apreensão. O governador Sérgio Cabral tem dito que só fala sobre o processo na Justiça. Os outros citados ainda não foram localizados.

A partir de fatos apurados nas Operações Calicute e Eficiência, identificou-se que Suzana Neves teria comprado, em nome de sua empresa Araras Empreendimentos Consultoria e Serviços Ltda, um imóvel em São João del Rei por R$ 600 mil sem que, aparentemente, tivesse recursos de origem lícita compatível.

O MPF apura se o imóvel está sendo utilizado para guardar bens de valor adquiridos com recursos ilícitos da organização chefiada por Cabral, como obras de arte, por exemplo, pois informantes relataram que, nos meses de janeiro e fevereiro de 2017, houve o descarregamento de um “container de quadros” na casa.

A Receita Federal detectou que a Araras Empreendimentos teve movimentação financeira incompatível com a receita bruta declarada e distribuiu lucros e dividendos incompatíveis com as receitas auferidas, nos exercícios de 2007 a 2009 e de 2011 a 2015. O levantamento demonstra que a sede da empresa é a própria residência de Suzana, no bairro da Lagoa, no Rio de Janeiro, e que não há nenhum empregado registrado.

As investigações também apontam que Suzana utilizou sua empresa para ocultar a origem ilícita de R$ 1.266.975,00. Entre outubro de 2011 e dezembro de 2013, foram identificadas 31 transferências bancárias de recursos oriundos do grupo de empresas da empreiteira FW Engenharia, por intermédio da empresa Survey Mar e Serviços Ltda, que realizou pagamentos à Araras Empreendimentos a título de serviços de consultoria em valor quase duas vezes maior que a sua renda bruta declarada.

Quase 50% dos valores recebidos pela Survey da FW no período analisado pela investigação foram repassados logo em seguida para a empresa de Suzana Neves. Toda a movimentação aponta para lavagem de dinheiro pago como propina à organização criminosa em contratos que o Governo do Estado do Rio de Janeiro firmou com a FW Engenharia. Em diligências de busca e apreensão autorizadas durante a Operação Calicute, foram apreendidas diversas anotações que indicam o pagamento de propina pela empreiteira FW Engenharia em benefício da organização criminosa chefiada por Sérgio Cabral.

Um dos contratos firmados com a empresa, no valor de R$ 35 milhões, teve por objeto a elaboração de projeto executivo e a execução de obras complementares de urbanização no Complexo de Manguinhos, comunidade beneficiada pelo PAC das Favelas. A contratação foi financiada com recursos da União provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento.

As oito denúncias já apresentadas pela Força Tarefa da Lava Jato revelam como Sérgio Cabral instituiu, ao assumir o Governo do Rio de Janeiro, em 2007, um esquema de cartelização de empresas e favorecimento em licitações, mediante pagamento de propina de cerca de 5% em todas as grandes obras públicas de construção civil contratadas junto ao ente público, quase sempre custeadas ou financiadas com recursos federais.

As investigações demonstraram que a organização desviou mais de US$ 100 milhões dos cofres públicos mediante um processo de envio de recursos oriundos de propina para o exterior.

Susana nega

Em nota, a defesa de Susana Neves Cabral afirmou que “ela jamais escondeu obras de arte ou qualquer outro objeto em sua propriedade”. A defesa destacou ainda que o imóvel localizado em Araras não é dela, pertence à sua mãe e ao seu falecido pai, desde a década de 70. Susana está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários à investigação.”


Postado por Maurício Gohmes em Sem categoria | 02/jun/2017

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Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga | 02/jun/2017

IMG-20170601-WA0070Aconteceu na noite de quarta-feira, 31/05, a festa em comemoração ao Dia da Família, no Colégio Polivalente de Itapetinga. Reunindo alunos e familiares dos três turnos, o evento foi protagonizado pelos alunos que apresentaram uma variedade de atrações com temas voltados à promoção da harmonia e do bom convívio familiar. Houve ainda a participação de coordenadores do CRAS da Nova Itapetinga e do grupo Teatro Por Encomenda.

A diretora Lúcia Morais e a vice diretora Delvani mais os professores e funcionários se confraternizaram com os familiares dos alunos quando logo após um delicioso bolo foi servido em comemoração ao DIA DA FAMÍLIA.

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Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Politica | 01/jun/2017

Pedido anterior tinha sido recusado porque ele estava no exercício de mandato – Constituição proíbe prisão de parlamentar. Com a volta de Osmar Serraglio à Câmara, Loures retornou à suplência.

O suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures (Foto: Reprodução/TV Globo)

A Procuradoria Geral da República ingressou nesta quinta-feira (1º) no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo pedido de prisão do suplente de deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

Rocha Loures foi filmado pela Polícia Federal saindo de um restaurante em São Paulo com uma mala com R$ 500 mil em propina que recebeu da JBS, segundo delação à PGR de um dos executivos da empresa.

Ex-assessor especial do presidente Michel Temer, Loures vinha exercendo o mandato de deputado porque Osmar Serraglio (PMDB-PR) estava ocupando o cargo de ministro da Justiça. Após a saída do ministério, Serraglio voltou à Câmara e Loures, à condição de suplente.

No último dia 22, um pedido de prisão anterior da PGR havia sido negado pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo, sob o argumento de que Rocha Loures estava no exercício de mandato, e a Constituição proíbe a prisão de parlamentar (a não ser em flagrante).

Na ocasião, Fachin afirmou que os indícios em relação a Loures eram fortes, que a prisão era imprescindível, mas a imunidade parlamentar do então deputado não permitia atender ao pedido. Como Rocha Loures voltou para a suplência, Janot refez o pedido.

Embora Fachin tenha negado o primeiro pedido de prisão, ele já tinha determinado anteriormente o afastamento de Rocha Loures do mandato parlamentar – ou seja, ele continuava deputado, mas não podia exercer as funções do mandato.

O novo pedido da PGR foi feito ao Supremo porque Rocha Loures é alvo do mesmo inquérito ao qual responde Michel Temer – o presidente só pode ser investigado com autorização do STF.

Os dois são suspeitos de organização criminosa, corrupção passiva e obstrução de Justiça. Segundo as investigações, Rocha Loures seria “homem de confiança” do presidente no relacionamento com empresas e recebimento de propinas.

Defesa de Rodrigo da Rocha Loures deposita R$ 35 mil que faltavam em mala entregue à PF


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