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Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 13/set/2015

leciosok1Desde que se afastou do cargo de prefeito em exercício, no dia 04/06/2015, o Professor Alécio Chaves, que não recebeu em nenhum momento qualquer tipo de apoio consistente do Partido dos Trabalhadores, quanto à situação desconfortável em que ficou logo após a desrespeitosa forma como o titular do cargo reassumiu seu mandato, tendo sido o vice prefeito inclusive, repreendido pelo Deputado Rosemberg Pinto em programa de rádio, ao vivo, e execrado pelo próprio gestor municipal em discursos gravados e postados em blogs oficiais, a população itapetinguense, que já não andava de bons namoros com a atual gestão e com a sigla à qual o gestor diz representar, cobrava do vice prefeito uma decisão convincente que determinasse o fim de seu relacionamento político com o atual gestor. Nesse período muito se especulou, e ainda se especula, quanto ao destino partidário de Alécio Chaves. Permaneceria ele no PT? Migraria para um dos partidos que fazem oposição segura a Zé Carlos Moura? Alécio esteve na Capital do Estado, conversando com a Direção Estadual do Partido e com representante direto da Secretaria de Governo e, mais uma vez, se especulou pela sua permanência no Partido dos Trabalhadores. Hoje, 13/09/2015, data do Encontro e Momento de filiações do PSD, partido presidido em Itapetinga pelo vereador Alfredo Cabral, cuja maior liderança estadual é o Senador da República Otto Alencar, e o mais cotado para recepcionar Alécio Chaves, fica a pergunta: ALÉCIO CHAVES DEFINE HOJE SEU DESTINO PARTIDÁRIO? O Politicagem na Bagagem garante que logo mais publicará o resultado, acabando com todas as dúvidas. Por hora, só podemos adiantar que: TUDO TEM SEU TEMPO DETERMINADO, DEBAIXO DO CÉU!!!. Essa “domingueira 13” pode ter 55 motivos pra não avermelhar!


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 11/set/2015

ze-cSe a situação econômica e financeira da Prefeitura de Itapetinga já está complicada, muito mais ainda pode ficar, por conta da incompetência e falta de responsabilidade do gestor municipal e da sua Secretaria Municipal de Finanças. Uma das receitas mais esperadas pelo município, mensalmente, é o repasse do Fundo de Participação dos Municípios, cujos valores repassados pela União, através do Banco do Brasil, aliviam a “sofrência” de muitos municípios, a exemplo de Itapetinga. Acontece que, por não cumprir com suas obrigações legais, no que diz respeito ao pagamento/recolhimento do INSS, na competência 20/08/2015, a Receita Federal “sequestrou” 530 mil, mais 36 mil de multas e juros, da Prefeitura de Itapetinga. A conta do FPM zerada pode comprometer, dentre outras coisas, o pagamento da folha de pessoal deste mês de setembro. O gestor se esquece que hoje em dia, para se governar, tem de estar alinhado às regras estabelecidas pelos entes federados superiores, principalmente no que diz respeito aos repasses de recursos depositados diretamente na conta do Município. Caso o Tribunal de Contas dos Municípios tenha acesso à irregularidade, o próprio gestor terá que pagar, com “recursos próprios”, as multas e juros estabelecidos. Triste a situação de Itapetinga.


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 11/set/2015

Tendo o Ministério Público do Estado ajuizado uma ação civil pública contra o Município de Itapetinga, através do Promotor Jean Carlos Leão, pela contratação irregular de servidores municipais desde o inicio do segundo mandato do Prefeito José Carlos Moura, o Município terá que realizar concurso público no prazo de 120 dias, caso a Justiça decida pela Liminar.

O tempo de 120 dias pode parecer exíguo agora, mas, conforme mostra o vídeo acima, desde o primeiro ano do seu segundo mandato, ou seja, em 2013, o Prefeito José Carlos Moura já sabia das implicações que teria se não realizasse o Concurso Público até o ano de 2014. A Prefeitura dispunha de um prazo longo à época. Diz o prefeito na entrevista concedida a uma emissora regional de TV, sobre a necessidade de substituir funcionários terceirizados através da realização do concurso: “até mesmo pra não criar um problema futuro pra Prefeitura, a solução é fazer um concurso”. Pelo visto, o prefeito se esqueceu do que disse na entrevista, pois o concurso não foi realizado e, de fato, o PROBLEMA PARA PREFEITURA, foi criado. A realização do concurso foi apenas uma promessa não cumprida. Assista ao vídeo e confira essa e outras promessas não cumpridas.


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 10/set/2015

20150908_164115O PSD, através do seu presidente, o vereador Alfredo Cabral de Assis, reuniu pré-candidatos a vereador para as eleições de 2016. No próximo dia 13, o Partido estará realizando seu Encontro e Manhã de filiações, quando na oportunidade outros filiados estarão se prontificando à concorrerem a uma cadeira na Câmara de Vereadores, no próximo pleito. Nesta primeira reunião estiveram presentes: Perilo Assis, Aloísio Salgado, Karyna Barreto, Maria Terezinha, Rita de Cássia, Gilmar Macedo, Zé Beto e o Pastor Deusdete.

20150908_164134Outros filiados que  já se apresentam como pré-candidatos não puderam estar presentes, mas justificaram suas ausências. O vereador Alfredo Cabral disse que não irá se candidatar para um terceiro mandato de vereador, mas reafirmou que estará estruturando o Partido para conseguir fazer uma bancada ampla na Câmara Municipal de Itapetinga. O Encontro do PSD será no próximo domingo, 13/09, das 9:00h às 11:00h, no Auditório da Câmara de Vereadores.


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 10/set/2015

Foto: cidadeacontece

Após divulgação de que o vereador Valdemar Júnior/PRP, o Bibiquinho, não compareceu à sua primeira Sessão Ordinária, como vereador, o Gabinete do Edil apresentou uma nota pública de esclarecimento para justificar o seu não comparecimento à referida sessão. Informa a Nota que, logo após tomar posse, na manhã de quarta-feira, o vereador procurou a direção da escola em que exerce o cargo de vigilante para saber se a mesma poderia providenciar substituto para sua função a partir daquela noite. Não havendo substituto, o nobre Edil preferiu cumprir com suas obrigações funcionais em detrimento das suas prerrogativas e obrigações de vereador empossado, em defesa dos interesses da comunidade. O contrassenso se estabelece no momento em que a Nota diz que o vereador informou à Secretaria de Educação na quarta-feira, que precisaria se afastar da sua função. Ora, no dia anterior, terça-feira, os blogs, inclusive o Politicagem Na Bagagem, já haviam informado que no dia seguinte o vereador seria empossado. Porque o mesmo não avisou à Secretaria de Educação naquele dia? Segundo, mesmo havendo informado à Secretaria de Educação no dia da posse, competia à Secretaria da Escola, através do Setor de Vigilância, providenciar um substituto, haja vista ser uma solicitação de um vereador empossado, no pleno exercício do mandato. Não há, nos quadros da Prefeitura pessoas contratadas para esse serviço que o poderiam substituir numa eventual necessidade? Isso significa que, caso um vigilante, por motivos de saúde ou outro de força maior não possa comparecer ao seu local de trabalho e, informando  no dia em questão, a escola fica sem vigilante? Pelo visto o nobre vereador começa seu tumultoado mandato sendo muito mal assessorado. A direção do PRP local informou que estará advertindo oficialmente o vereador quanto a sua postura, no mínimo, perniciosa. A Nota de Esclarecimento não convenceu. Entrou por uma porta e saiu pela outra, quem quiser, que conte outra!


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 10/set/2015

Foto: cidadeacontece

O sonho do suplente de vereador, Valdemar Júnior/PRP, o Bibiquinho, era  assumir o mandato, nem que fosse por um curto período. O sonho foi realizado. Numa articulação do ex-vereador Romildo Teixeira/PSL, Bibiquinho assumiu em lugar da vereadora Neide Pereira, que pediu licença para tratamento médico. Acontece que, nesta quarta-feira, 09/09, enquanto todos esperavam com certa curiosidade o discurso de posse do nobre vereador, o mesmo faltou à sua primeira Sessão Ordinária, numa demonstração de total desrespeito aos seus eleitores e à comunidade em geral. A falta injustificada se deu pelo fato de o “nobre edil” ser um capacho do assessor especial do Prefeito, Romildo Teixeira, que visa aumentar seu poder de barganha junto ao executivo, deixando de votar, por enquanto, em projetos de interesse de Zé Carlos, para depois “ajeitar” as coisas, claro, com o valioso voto do novo vereador. Neide Pereira, “licenciada”, será poupada deste “desgaste” junto ao executivo. Romildo, como sempre, comandando Câmara e Prefeitura da maneira que lhe aprouver. Isso é uma vergonha para uma Câmara que já sofre desgastes junto à comunidade. Bibiquinho seria o primeiro “vereador fantasma” da história da Câmara Municipal de Itapetinga?


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 09/set/2015

p0705160808O título “erros que se repetem” do presente texto, foi escolhido aleatoriamente, mas ao final, e ao cabo, percebi que calhou com a mensagem que se pretendia passar, pois o assunto sob análise não era outro senão o momento antecipatório escolhido pelos políticos para o debate sucessório municipal, que efetivamente só vai acontecer pra valer, após os festejos momescos, com desfecho em julho quando ocorrem as convenções partidárias que vão homologar as candidaturas.

Mas se a regra é essa, que rufem os tambores. Corrijo-me, esse é um tema, que a priori não tem regra definida, sobretudo quando os seus atores ainda estão nas primeiras tratativas, isso porque numa analogia tosca com uma partida de futebol – seria como nos quinze minutos iniciais da competição, em que os contendores arriscam pouco, para não serem surpreendidos pelo “adversário”. Afinal, quando estar-se discutindo sucessão municipal, o objeto de desejo dos seus protagonistas é o mesmo, ou seja, o comando dos destinos da cidade para o quatriênio seguinte, mormente quando se tem um fausto orçamento como o nosso. Nessa fase, é comum se jogar para a platéia, porque nela existem verdades, que por cautela, não podem ser reveladas.

Não há nada pedagógico nem cientifico nisso, mas restringir as discussões a rasgados e gratuitos elogios da trajetória dos lideres que promovem esses eventos em ano pré-eleitoral, para a distinta plateia, sem um exame dos equívocos cometidos pela atual gestão municipal, como tem ocorrido até agora, apontando os erros e indicando soluções, além de enfadonho e desinteressante, é politicamente incorreto, e pode custar caro aos interessados. Sem esse diagnóstico, dificilmente se terá a exata dimensão do que estar por vir, e o que efetivamente poderá ser feito nos quatro anos de gestão.

E aqui abro um hiato para lembrar um velho amigo em minhas andanças por Brasília, quando ainda militava na política: “Caro Juraci, a gente não analisa o político pelo o que ele verbaliza, porque a sua verdadeira intenção está no que ele deixou de falar”. E o momento é propicio para essa reflexão. Fiquem atentos nas entrelinhas dos seus interlocutores, nesses festejados encontros, para não serem apanhados de surpresa.

Agora, sem o estatuto da reeleição extinto pelo Congresso Nacional para favorecer a alternância no poder e aos naturais objetivos daqueles que ambicionam o posto de chefe do executivo, embora bastante celebrado pelos políticos, traz também em seu bojo um inconveniente para a gestão, que é o de aumentar a competição dentro do governo pelo processo sucessório seguinte.

Abandonar a retórica e aprofundar o estudo na herança político-administrativa que vai ficar do atual governo municipal, que se revelou perdulário, parece ser o melhor caminho a seguir. Sem esse diagnóstico, corre-se o risco de o eleito não cumprir suas promessas alinhavadas em campanha, e por cima ser defenestrado da vida pública precocemente.

Bem-vindos aos que debutam nesse complicado mundo político egressos da iniciativa privada, pouco habituados aos “acordos” políticos: nesse território minado, pactos celebrados, sobretudo em período distante do pleito, não tem selo de garantia, podem ser rompidos unilateralmente sem nenhuma cerimônia pelos pactuantes.

Diferente do período de 1980 até meados do ano 2001, quando as disputas políticas locais polarizavam em torno de José Otávio Curvelo (DEM) e Michel Hoje (PMDB), que ditavam as regras do jogo, com a perda de musculatura eleitoral dessas duas lideranças e com o esgarçamento da administração do PT (leia-se José Carlos Moura), novos nomes têm emergido para a vida pública, e já ameaçam ocupar os espaços desses importantes personagens, embora ainda resistam; coisas da democracia.

Abstraindo-se o habitual preconceito que políticos tradicionais e ortodoxos da política local nutrem por candidatos que brotam das camadas mais humildes da população, é fácil constatar que o Professor Alécio Chaves, filho de operário, é indubitavelmente, dentre os prefeituráveis, o que reúne o maior capital eleitoral no momento, que se bem administrado até as convenções, e se formar uma boa correlação de forças em torno do seu nome terá grandes chances de vencer as próximas eleições.

Oriundo da cisão da base petista, Chaves, com muita habilidade e parcimônia vai pavimentando os caminhos que podem lhe conduzir a administrar uma das cidades mais importantes da Bahia, enquanto outros pretendentes como Renan Pereira, Geraldo Trindade (DEM) e Adriano Alcântara (PSDB), Leonardo Matos (PDT) vão por seu turno, tentando viabilizar suas candidaturas dialogando com a sociedade e partidos políticos afins.

Mas a tão almejada união das forças políticas que se apõe ao prefeito JCM e ao PT em Itapetinga, ainda é uma quimera, vai continuar no campo das boas intenções, por obra e culpa do egoísmo e vaidade dos grupos que ainda não se aperceberam que não são mais hegemônicos, e que vão precisar de outras forças, inclusive as emergentes, para colocar em prática o seu projeto político. Confesso que desconfio que essa teimosia custe caro às presentes e futuras gerações, que tanto anseiam por mudança.

Por: Juraci Nunes de Oliveira

Juraci Nunes é advogado e radialista


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 08/set/2015

20150908_180125Mais uma reunião liderada pelo vice prefeito Alécio Chaves aconteceu na tarde desta terça-feira, 08/09, na sala de reuniões do escritório particular do vereador Alfredo Cabral.  Com agenda semanal, essas reuniões têm surtido o efeito esperado pelo grupo de partidos que se uniram em prol de um projeto político viável para o município de Itapetinga. No encontro de hoje, a discussão em torno do rumo politico partidário do vice prefeito foi a pauta principal. Alécio Chaves falou detalhadamente sobre a reunião que teve com a Direção Executiva do PT e com representantes do Gabinete do Governo, ocorrida na semana passada, na Capital do Estado.

20150908_180207Após a explanação, o vice prefeito ouviu  sugestões e opiniões de cada um dos representantes partidários, demonstrando que em determinados momentos até mesmo as decisões de um líder devem ser tomadas em conjunto. Firme na decisão de andar junto com os partidos que o apoiam na construção desse projeto, o vice prefeito Alécio Chaves disse não demorar muito em responder aos questionamentos de alguns e desfazer boatos infundados sobre seu destino político. Disse que não abre mão de utilizar o tempo que é permitido, por lei, para qualquer cidadão se filiar a qualquer partido político com intenção de se candidatar para as eleições de 2016. Alécio reforçou que informou à direção estadual do PT, de que ele estaria conversando e buscando opinião da sua base, em Itapetinga, antes de tomar qualquer atitude com relação à sua desfiliação do PT e possível filiação a outro partido. 20150908_181201Disse ainda, que não houve nenhuma conversa do Governo no sentido de promover uma reaproximação sua com o prefeito de Itapetinga. O que ficou claro, segundo o vice prefeito, é que esse grupo de partidos continuará andando junto no propósito de desenvolver, a contento, esse projeto político que atenderá aos anseios do povo itapetinguense. Na reunião estiveram presentes representantes do partidos: PSD, PRP, PSC, PSB, e PC do B (com a presença do ex-vereador Gilson de Jesus).


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 08/set/2015

FBA50000040242Valdemar Lima Sodré Junior, servidor público municipal, popularmente conhecido como Bibiquinho, tomará posse como vereador nesta quarta-feira, 09/09/2015, em substituição à vereadora Neide Pereira/PSL, que solicitou licença para tratamento de saúde. Embora tenha sido diplomado primeiro suplente pelo PRP, com 588 votos, na Coligação Itapetinga No Rumo Certo, Bibiquinho é hoje um dos braços direitos do ex-vereador Romildo Teixeira, que o está levando para o PSL. Não querendo contestar a veracidade do tratamento de saúde da vereadora Neide Pereira, há rumores de que a posse de Bibiquinho seja fruto de um acordo com Romildo Teixeira, para garantir a ida do rapaz para o seu Partido. De temperamento forte, Bibiquinho é conhecido por “não levar desaforos pra casa” e tem em Romildo Teixeira a sua maior fonte de inspiração. A curiosidade é de como será seu primeiro discurso na sessão ordinária de amanhã. O Politicagem na bagagem deseja boa sorte ao nobre Edil.


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Itapetinga, Politica | 08/set/2015

A cada semana estaremos colocando o nome de um dos 15 vereadores da Câmara Municipal de Itapetinga, para ser avaliado pelos usuários do Site politicagemnabagagem.com.br.

A ordem de publicação será alfabética e da forma como o nome do vereador apareceu na urna de votação. Assim sendo, como você avalia o mandato do vereador  JOÃO CARLOS???

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JOÃO CARLOS/PMDB, foi eleito pelo quociente partidário, na coligação “Itapetinga Em Boas Mãos”, com 530 votos, totalizando 1,55% dos votos válidos, nas eleições de 2012.


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