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Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga, Politica | 21/ago/2017

Professora denuncia agressão de aluno de 15 anos: 'Não tive possibilidade de defesa'

Foto: Reprodução / Facebook

Professora de uma escola de Indaial, região do Vale do Itajaí em Santa Catarina, Marcia Friggi divulgou nas redes sociais nesta segunda-feira (21) que foi agredida por um aluno de 15 anos por chamar atenção dele. “Ele estava com o livro sobre as pernas e eu pedi: Coloque seu livro sobre a mesa, por favor”, relatou. O estudante teria respondido “Eu coloco o livro onde eu bem quiser”. Após reclamar que as coisas não funcionam dessa forma, a professora foi xingada e, por isso, pediu que ele se retirasse. No momento, o jovem teria se levantado para sair, quando jogou um livro na cabeça dela. A professora foi à diretoria informar o ocorrido e o estudante foi chamado para dar satisfação. “Ele retrucou que menti e eu tentei dizer: Como menti? A sala toda viu… Não deu tempo para mais nada. Ele, um menino forte de 15 anos começou a me agredir. Foi muito rápido, não tive tempo ou possibilidade de defesa. O último soco me jogou na parede”, explicou no relato. Ela continuou “Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros”. De acordo com o G1, a professora registrou Boletim de Ocorrência (B.O.).  “Fizemos o B.O. e demos a guia para ela ir à perícia fazer o exame de corpo de delito. Em seguida, estamos instaurando um auto de apuração de ato infracional contra o adolescente”, disse o delegado responsável pelo caso, José Klock. O adolescente não tem antecedentes criminais. “Nós próximos dias, quando vier o exame de corpo de delito, vamos ouvir as testemunhas oculares de dentro da sala de aula e na sala da direção. Bem como o adolescente. Ele vai ser intimado para prestar sua versão dos fatos”, afirmou o delegado. Veja a publicação na íntegra:


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga, Politica | 21/ago/2017

“PARCERIA” Executivo/Legislativo é a parte mais dispendiosa de uma gestão

Para início de conversa, o atual prefeito, Rodrigo Hagge, deve deixar de lado o discurso de que HERDOU UMA PREFEITURA SUCATEADA E ENDIVIDADA, pois esse é o argumento de todos os que assumem um mandato executivo municipal e, após oito meses, esse discurso é ineficaz, mesmo porque ninguém que está aí é inocente e sabia o problema que é gerir a coisa pública, mas em campanha ninguém lembra disso.

Depois, vem a famosa ação política de início de mandato, quando o prefeito se articula para “ter” a maioria dos vereadores da Câmara Municipal e para tanto o executivo tem que COMPRAR aqueles que são da oposição e AGRADAR aqueles que são da situação.  A moeda de troca é sempre a distribuição de cargos nas secretarias e órgãos da administração direta e indireta do Município.

Depois de TUDO AJEITADO, vive-se um dilema dos diabos: De um lado, o prefeito fica refém do vereador que ameaça sair da base ou não votar em projetos de interesse do executivo, caso perca os cargos e vantagens obtidas. De outro, fica o vereador que DISCORDA de muita coisa da administração, mas FICA DE BICO CALADO, pra não perder os cargos e as vantagens recebidas.

Entre os dois (EXECUTIVO E LEGISLATIVO) fica o eleitor, o povo, que sem representatividade na Câmara Municipal, vê o balcão de negócios descambar para uma política mesquinha e ordinária.

Mas aí se passam quatro anos, e esse eleitor, povo, população, garante o retorno dessa galera ao poder.

O atual prefeito está tendo mais dificuldades em ADMINISTRAR as vaidades e o apetite descomunal de alguns vereadores do que as próprias mazelas herdadas e criadas pela atual gestão.

Se falta dinheiro para EXECUTAR as obras em prol do povo, falta muito mais ainda para conseguir “AGRADAR” um bando de vereador mercenário. Aí, não tem governo  que decole…

Por Maurício Ghmes


Postado por Maurício Gohmes em Brasil | 18/ago/2017

O que um país pequeno e com poucos recursos naturais pode ensinar para o Brasil sobre a prosperidade está em quatro grandes lições; acompanhe

Imagine um país pequeno, com apenas 8 milhões de habitantes – nada comparado aos 207 milhões do Brasil.

Imagine também que ele, diferente do Brasil, não foi abençoado com recursos naturais. Pelo contrário, a vasta maioria dos seus recursos naturais se esvairam ainda na Era Medieval.

A maioria dos recurso naturais da Suíça se esvaíram ainda na Era Medieval
Divulgação

A maioria dos recurso naturais da Suíça se esvaíram ainda na Era Medieval

Um país sem petróleo, com suas minas de prata já exaustas e sem nem ao menos ter acesso a um pingo d’água vinda do mar, já que é cercado de terra. Esse país é a Suíça.

E mesmo com todos esses problemas, é incrível como a falta de recursos não impediu a Suíça de abraçar a prosperidade. Os dados não mentem: enquanto o Brasil tem um PIB per capita de U$8.649,95, a Suíça tem U$ 78.812,65. Enquanto estamos com o desemprego batendo recorde, Suíça tem apenas 3% dos seus habitantes desempregados.

Afinal, como a Suíça conseguiu isso? Como um país com tão pouco se tornou tão grande ? Ou melhor: o que a Suíça pode nos ensinar sobre como se tornar um país rico?

Para estas questões, existem quatro lições fundamentais da Suíça que explicam onde ela está hoje e o caminho que o Brasil precisa percorrer. São elas:

Educação

A Suíça pode não ter um recurso natural vindo da terra, mas seu povo é, com toda certeza, digno de ser considerado um recurso de grande valor.

Hoje, a educação do país envolve uma tradição: a chamada “dual education”.

Na Suíça, os estudantes são treinados primeiramente em uma empresa, que garante que os estudantes aprendam os padrões de qualidade da profissão
Divulgação

Na Suíça, os estudantes são treinados primeiramente em uma empresa, que garante que os estudantes aprendam os padrões de qualidade da profissão

Este sistema educacional consiste em um sistema totalmente diferenciado do que vemos aqui no Brasil. Lá, os estudantes são treinados primeiramente em uma empresa, que garante que os estudantes aprendam os padrões de qualidade da profissão. E, enquanto isso, estudam no que chamariamos de “escolas vocacionais”, que são escolas que ensinam sobre um trabalho em específico, como engenharia ou medicina.

Esse tipo de educação garantiu a Suíça trabalhadores com uma mão-de-obra especializada, da qual as empresas, assim que contratam algum funcionário, sabem de antemão que o empregado irá criar valor logo no primeiro dia de trabalho, pois ele já fez tudo na prática enquanto ainda estava aprendendo a profissão.

E isso falta no Brasil. Além da educação pública ser uma lástima, na grande maioria das faculdades falta um ensino “mais prático” das profissões. Os alunos aprendem todo o conteúdo teórico da profissão desejada, mas em muitos casos a vivência prática só tem quando consegue um estágio.

Não só a Suíça, mas países como a Alemanha e a França já mostraram que esse tipo de educação é muito eficiente quando posto em prática.

A liberdade econômica

A diferença entre Suíça e Brasil, na liberdade econômica, são enormes.

Para se ter uma ideia, de acordo com o ranking da liberdade, feito pela fundação Heritage, dos 180 países pesquisados, o Brasil ocupa a posição de número 140 enquanto a Suíça ocupa a posição 4.

Mas o que isso significa?

Na Suíça se demora 10 dias para se abrir uma empresa, no Brasil esse número é de 110 dias
Divulgação

Na Suíça se demora 10 dias para se abrir uma empresa, no Brasil esse número é de 110 dias

Várias coisas. Por exemplo, enquanto na Suíça se demora 10 dias para se abrir uma empresa, no Brasil esse número é de 110 dias. Também significa que a competitividade e a transparência nas relações de mercado é mais forte na Suíça do que no Brasil, e é nítido: a ausência de concorrência só favorece os grandes monopólios.

Não é a toa que hoje a Suíça tem uma economia mais estável que a nossa. Precisamos reduzir o nosso tempo para abrir novos negócios, e não só isso, precisamos pra já reduzir toda a burocracia que dificulta e asfixia o empreendedorismo brasileiro.

Precisamos fomentar o surgimento de uma concorrência cada vez maior, e que ela se traduza em competitividade. Nada de favorecer os pequenos players com o BNDES. Se fizermos isso, estaremos muito mais próximos do que a Suíça é hoje, e muito mais próximos de ver o Brasil prosperar como nunca antes.

A neutralidade

Apesar de ser impactada diretamente na Primeira e Segunda Guerra Mundial, a Suíça ainda manteve seu caráter como país neutro.. E isso lhe rendeu grandes frutos comerciais.

Devido a sua neutralidade em todas as grandes guerras, ela se tornou um ponto de interesse para todas as nações, e não só para espionagem, mas para o comércio, principalmente.

A Suíça tem um perfil de país neutro
Divulgação

A Suíça tem um perfil de país neutro

E, diferentemente de países como a Alemanha, que tiveram a infraestrutura do país totalmente destruída, a Suíça permaneceu com a sua infraestrutura quase ilesa.

De acordo com Thiago Nigro, criador do canal O Primo Rico e entusiasta do Código da Riqueza, a paz está diretamente ligada com a prosperidade: “É com paz que o crescimento realmente produtivo acontece, pois se deixa de produzir armas para se produzir benefícios reais à população. Um país que vive em guerra vive também sua decadência, pois o mundo se tornou globalizado, e uma guerra representa também a perca de milhões de clientes. Uma nação, se deseja crescer mundialmente e prosperar, precisa entender que a paz traz, também, a riqueza pessoal e compartilhada”.

O Código da Riqueza será uma série, em quatro capítulos, totalmente gratuita sobre dinheiro, investimentos, negócios e empreendedorismo e você pode saber mais clicando aqui .

A cultura

Para os suíços, quando se trata sobre estilo de vida, a frase “trabalhe muito, gaste pouco” é soberana.

Em 1990, segundo alguns estudos, isso era diferente. Mas agora, com uma Suíça muito mais em ascensão, os seus trabalhadores se transformaram em trabalhadores altamente produtivos, e mais: inovadores.

Os trabalhadores na Suíça se transformaram em trabalhadores altamente produtivos, e mais: inovadores
Divulgação

Os trabalhadores na Suíça se transformaram em trabalhadores altamente produtivos, e mais: inovadores

Já no caso do Brasil, apesar do nosso povo ser altamente criativo e inovador, sua produtividade ainda é muito baixa. Há estudos, inclusive, que dizem que um trabalhador americano produz o que quatro brasileiros produzem. É complicado. Mas é justificável.

Hoje no Brasil temos uma cultura de “bater ponto”. O trabalho não é feito com paixão, e não há vontade do brasileiro em se trabalhar. O trabalho, então, se torna uma tortura, e não algo que te ajuda a crescer e se sentir bem com a vida, como na Suíça.

E como os suíços fazem, o brasileiro precisa aprender a sua vocação. Entender no que trabalhar e no que lhe faz bem trabalhar. O brasileiro precisa se desamarrar das correntes da procrastinação e entender que o trabalho é muito mais do que o bater ponto.

São incontáveis os problemas do Brasil, mas, mesmo assim, o exemplo de outros países podem nos ajudar a tomar as decisões certas no rumo certo. A Suíça nos da quatro dessas decisões: mudar nosso sistema educacional, nossa liberdade de mercado, ser adepto a neutralidade em conflitos e transformar o nosso modo de pensar.

Assim, o Brasil terá uma guinada para o sucesso como nunca se viu antes. Basta fazer o que se sabe que dá certo.

Fonte: Economia – iG @ http://economia.ig.com.br/financas/2017-08-17/suica.html


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Politica | 18/ago/2017

PM prende manifestantes após confusão envolvendo grupo pró-intervenção militar

Foto: Bruno Luiz / Bahia Notícias

A polícia militar prendeu manifestantes nas proximidades da Arena Fonte Nova durante a noite desta quinta-feira (17) após um desentendimento envolvendo um grupo de pessoas que pede intervenção militar no Brasil. Os participantes protestavam contra a caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Salvador. A confusão se intensificou no momento em que um manifestante que estava fora do ato pegou uma faixa que pedia intervenção militar e a jogou no chão. A Polícia Militar não informou quantas pessoas foram levadas em viaturas. O encontro entre os militantes aconteceu perto de um dos portões de entrada do estádio. Lula chegou a Salvador na tarde desta quinta e foi acompanhado por apoiadores da estação do metrô em Pituaçu até a Fonte Nova. Na Arena, Lula vai lançar o “Memorial da Democracia” e receberá o convite do Fórum Mundial Social, que será sediado em Salvador em março de 2018. No local também ocorre o lançamento do livro “Comentários sobre uma sentença anunciada”, elaborado por um grupo de advogados que apoia o ex-presidente.


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Politica | 18/ago/2017

O TIRO SAIU PELA CULATRA


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga | 17/ago/2017

Alguém pode explicar o que significa isso?

O secretário de saúde, Helder Serafim, ao centro

O atual secretário de saúde do Município informa à população que na próxima semana os “serviços prestados” à comunidade nos postos de saúde e CDM dentre outras unidades, estarão sendo suspensos.

Motivo: HAVERÁ AUDITORIA PARA APURAR IRREGULARIDADES em todos os setores da saúde local.

Aí ficam as perguntas:

Se o atual secretário era um dos diretores da Secretaria Municipal de Saúde;

Se a ex-secretária “pediu” exoneração e não foi afastada, por que REALIZAR auditoria para apurar irregularidades? Isso significa que a própria equipe NOMEADA pelo prefeito Rodrigo Hagge está cometendo irregularidades a ponto de ser EXTREMAMENTE NECESSÁRIA a realização de uma auditoria?

Até onde se sabe, auditorias são feitas quando se assume a gestão, para apurar irregularidades da gestão anterior, principalmente quando se trata de um antecessor adversário. Mas ao que nos parece, não encontraram nada de errado no início da gestão. O erro é de janeiro pra cá.

Será que o tal DOSSIÊ  de Liege Bonfim virá à tona?

Vamos aguardar o relatório dessa auditoria…

Por Maurício Gohmes


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga, Politica | 17/ago/2017

Sucesso na Globo, Fábio Assunção decide filiar-se ao PT

Foto: Divulgação

O ator Fábio Assunção filiou-se ao Partido dos Trabalhodores (PT) do Rio de Janeiro. A novidade foi divulgada pela própria sigla através de uma nota. “O mais novo filiado, inclusive, é um nome conhecido do público: o ator Fábio Assunção”. Além dele, os também atores Tássia Camargo e Nando Cunha entraram para a agremiação. A imagem do global já está sendo utilizada em peças publicitárias. Vale lembrar que Fábio está escalado para a próxima novela das 23h, “Onde Nascem os Fortes”, que estreia em abril de 2018. Ele será o juiz Ramiro Curió, um vilão, que se envolverá em um triângulo amoroso com Patrícia Pillar e o também vilão Alexandre Nero.

 


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga, Politica | 17/ago/2017

'Governo fez em 17 meses o que não foi feito em 20 anos’, diz Temer

Foto: Beto Barata/PR

Durante a conferência anual do Banco Santander, que aconteceu nesta quarta-feira (16), em São Paulo, o presidente Michel Temer afirmou que o seu governo “fez em 17 meses o que não foi feito em 20 anos”. Para demonstrar seu ponto de vista, Temer listou ações como a PEC dos gastos, o projeto de terceirização, a reforma trabalhista, o novo modelo de governança nas estatais e outras. “Um debate franco sobre o Brasil exige reconhecer que os últimos anos têm sido desafiadores, mas que agora o Brasil tem rumo”, disse o presidente. Segundo ele, “temos que fazer tudo rapidamente”. Temer afirmou que no seu governo a postura é de “encarar os problemas de frente, sem recorrer a atalhos”. E que tem adotado medidas populares e não populistas. “As medidas populistas causam prejuízos, as populares serão reconhecidas no futuro. Meu governo não cede ao populismo, mas persegue a eficiência”, disse. O presidente afirmou ainda que a reforma da Previdência é uma “reforma pra hoje” – e usou o Rio de Janeiro como o resultado de uma crise previdenciária.” “Temos que reformular a Previdência em pouquíssimo tempo”. Ele afirmou que a reforma da Previdência irá atingir os privilegiados do serviço público e não o trabalhador que ganha um ou dois salários mínimos. Para o presidente, as críticas à reforma são apenas de natureza política. Ele também afirmou estar trabalhando em um projeto de simplificação tributária. Sobre a reforma política, Temer voltou a dizer que em seu governo “o legislativo é parceiro” e que “trabalhamos juntos para governar juntos”. Em tom de crítica, Temer disse que o “Brasil tem uma vocação centralizadora e que o povo parece gostar dessa centralização”. Nesse sentido, segundo o próprio presidente, o seu governo estaria quebrando esse paradigma centralizador e trabalharia para “quebrar esse ciclo histórico de que a cada 25, 30 anos haveria a necessidade de um novo Estado”. Temer afirma que o que é preciso é seguir as diretrizes da constituição de 1988 e “continuar com as adequações modernizantes da estrutura governativa, econômica e social”. No final do evento, o presidente disse para os presentes que saíssem de lá com a “alma inflamada”, divulgassem suas ideias e os benefícios da reforma. O presidente deixou o teatro Santander sem falar com a imprensa.


Postado por Maurício Gohmes em Bahia, Brasil, Itapetinga, Politica | 16/ago/2017

Procuradoria denuncia Geddel por obstrução de Justiça

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) foi denunciado pelos procuradores Anselmo Lopes Cordeiro e Sara Moreira pelo crime de obstrução de Justiça, no âmbito das operações Sépsis e Cui Bono. A acusação é baseada na suposta pressão feita pelo peemedebista para que o corretor Lúcio Bolonha Funaro permanecesse em silêncio e não concordasse com um acordo de colaboração premiada.

O Ministério Público Federal (MPF) cita na denúncia ligações de Geddel para a esposa de Funaro, Raquel Pitta. No entendimento dos investigadores, as ligações “declaradamente amigáveis” intimidavam indiretamente o corretor, apontado como operador financeiro do grupo político do qual Geddel faz parte, o PMDB da Câmara.

O MPF diz ainda que, ao realizar essas ligações, Geddel tentou atrapalhar as investigações. De acordo com o Ministério, desde a prisão de Funaro, no dia 1 de julho do ano passado, o peemedebista passou a monitorar e constranger Raquel Pitta por meio de várias ligações telefônicas. Em depoimento à Polícia Federal, Funaro disse que essas ligações causaram um sentimento de receio sobre algum tipo de retaliação que pudesse sofrer caso optasse pela delação.

 



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